terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Mensagem não desejada é Spam? NÃO!

Essa matéria ajuda esclarecer a diferença entre SPAN e Email MKT.
Leiam é muito interessante.


Mensagem não desejada é Spam? NÃO!

Por Jonatas Abbott*

Mensagem não desejada é propaganda. Bem feita, surpreende. Com conteúdo pertinente e promoção criativa dá resultado. Ora, a alma da propaganda é a surpresa. Somos surpreendidos por comunicações na TV, no outdoor, na revista, no jornal e no rádio. E no e-mail!! Qual a diferença?

Da mesma forma somos agredidos em todos estes meios por propagandas terrivelmente mal feitas. Pior, na TV não tem Opt Out. Não posso me descadastrar, ou ainda pior, impedir meu filho de ver conteúdo discutível entre um desenho e outro. Ou mesmo as propagandas de salgadinhos gordurosos e as intermináveis (e in-montáveis) pistas da Hot Wheels. Infelizmente não tem Opt Out no telemarketing da Vivo, na mala-direta do meu banco e na propaganda das Casas Bahia.

Comunicação é livre e assim deve ser. Uma empresa tem o direito de conquistar consumidores através de uma comunicação que convença, depois de surpreender. E o consumidor, especialmente, tem o direito de ter acesso a comunicações que lhe dêem a oportunidade de comprar produtos melhores e/ou mais baratos.

Isso era assim até a Internet. Toda esta história de Spam é evidente agora por causa dos provedores que tem o ônus de proteger os interesses de seus clientes. Só que os provedores tem como seu maior custo justamente a estrutura de e-mail que, ironicamente, ele oferece de graça (ou quase) em seus pacotes de serviço. Ora, estas estruturas têm filtros muito limitados (para ser educado) que acabam por barrar mensagens de todos os tipos, de propaganda e de vírus.

Porém, o que pouca gente sabe, e que tive o trabalho de levantar, é que o número de mensagens não desejadas que são vírus, phishing, robôs, enfim, com procedência desconhecida e sem uma empresa por trás são mais de 95% das mensagens que recebemos diariamente. Uma boa parte fica presa já no provedor. As mensagens por e-mail que são propaganda de empresas constituídas, com CEP e CNPJ representam em média 3% do total. É o E-mail marketing. Mas daí, aqui no Brasil, o CGI partiu para montar uma comissão de estudo do Spam para uma proposta de lei. E dentro incluiu o e-mail marketing. Pior, instituiu que o problema a ser atacado é a propaganda pela internet. Apesar de o próprio CGI listar em seu site que Spam é correntes (chain letters), boatos (hoaxes) e lendas urbanas, propagandas, ameaças, brincadeiras e difamação, pornografia, códigos maliciosos, fraudes, spit e spim e Spam via redes de relacionamentos.

Vejam que o único Spam que pode ser responsabilizado é a propaganda, justamente a menor parte do problema, quase ínfima. É um grande equívoco. Spam não é mensagem não desejada. Isso é uma definição equivocada, quase ignorante. Por que? Porque o órgão que quer ajudar a regular a internet brasileira, que é o maior e mais poderoso meio de comunicação do Brasil, carece de técnicos em comunicação. Pessoas aptas, que estudaram comunicação para opinar a respeito. O que eles chamam de Spam não é mensagem indesejada, mas sim mensagem sem objetivo de comunicar nada, mas tão somente com o intuito de disseminar vírus, captar informações de forma ilegal ou apenas travar os provedores mesmo. Isso tem que ficar claro para os usuários.

Os provedores, com ou sem lei, seguirão com o ônus de barrar as mensagens que forem spam, porque estas mensagens não só continuarão existindo como cada vez em maior número, infelizmente.... Mas terão de barrar de forma inteligente, deixando passar justamente as propagandas (legítimas) que seu assinante recebe. É inevitável que isso aconteça. O provedor tem que investir em sistemas mais modernos e robustos. Porque, meu amigo usuário, os caras que estão por trás dos verdadeiros Spams não existem, são fantasmas apenas. Fazer uma lei para eles é uma piada, fantasmagórica piada.

* Jonatas Abbott é sócio-diretor da Dinamize.

Matéria retirada do site:http://www.mundodomarketing.com.br/

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Angelina Jolie em Vetor

Fiz esta ilustração em 2 horas e 30 minutos ao todo utilizando o software FireworksCS3.
Espero que gostem.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

A história dos Sites.

Neste site podemos ver como eram os sites em suas versões anteriores.
Vá na opção web(WayBackMachine) e digite o endereço que deseja visitar.



Só um detalhe, nem todos os sites poderão funcionar corretamente, pois suas imagens podem ter sido deletadas.

Abraços a todos.

http://www.archive.org/index.php

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Contrato de Prestação de Serviços de Desenvolvimento de Site

Este Contrato de Prestação de Serviços de Desenvolvimento de Site foi disponibilizado no site da revista webdesign(www.revistawebdesign.com.br), todos direitos reservados a revista.
Apenas estou repassando a vocês.

Download

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

As dez perdas de dados mais catastróficas de 2007

Matéria enviada pelo meu ex-aluno Juan.

"Todo ano, a empresa de recuperação de dados Ontrack Data Recovery divulga uma lista dos dez casos de perda de informações mais catastróficos que a companhia teve que lidar. No dia 4 de dezembro, a Ontrack divulgou a lista do “ranking” de 2007 (veja aqui os casos de 2006). Eis a lista:

10 - Lavagem completa: neste ano, uma mulher entrou em contato com os engenheiros da Ontrack dizendo que “havia lavado todo os seus dados”. Ela esqueceu seu pendrive dentro da roupa colocada para lavar. Após algumas voltas dentro da máquina de lavar, o pendrive parou de funcionar;

9 - Papai coruja: um pai de primeira viagem chegou em casa todo entusiasmado para alimentar o seu bebê. Ao se inclinar sobre a criança, se descuidou e deixou seu pendrive cair do bolso da camisa no saboroso prato de papinha de maçã. O aparelho, é claro, não funcionou mais;

8 - Mordendo o anzol: um pescador achou que seria uma boa idéia levar seu laptop ao barco para jogar alguma coisa enquanto esperava um peixe morder o anzol. No entanto, ao entrar no barco, este se virou, e tanto o pescador quanto o laptop foram parar debaixo d’água;

7 - Um fotógrafo em pânico: um fotógrafo quase teve que enfrentar a fúria de uma recém-casada ao descobrir que havia apagado as fotos do casamento ao gravar sobre elas imagens de outro evento. Dois dias antes do casal voltar da lua-de-mel, o rapaz entrou em contato com a Ontrack pedindo ajuda. A recém-casada nunca soube dos apuros que o fotógrafo passou;

6 - Banho de ácido: um cientista deixou um ácido cair acidentalmente em cima de seu HD externo durante um experimento. Apesar da destruição do aparelho, os dados foram todos recuperados;

5 - Baixaria na empresa: durante uma discussão na Austrália, um empresário jogou um pendrive em seu sócio. O dispositivo, que continha dados importantes sobre os planos da empresa, se espatifou no chão. Felizmente, foi possível salvar os planos da companhia e a “relação empresarial”;
4 - Inferno indiscriminado: recentemente, um incêndio destruiu a maior parte dos dados de um escritório, se salvando apenas alguns CDs. O problema é que essas mídias se fundiram ao plástico de suas caixas por causa do calor. A recuperação dos dados dos CDs deu uma trabalheira aos engenheiros da Ontrack;

3 - O preço de uma vida tranqüila: um cientista inglês não agüentava mais os ruídos que seu HD fazia. Então, ele abriu um pequeno buraco na carcaça do dispositivo e jogou óleo em seu interior. Depois disso, o barulho parou e, claro, o HD também;

2 - Acidente de pará-quedas: com o objetivo de testar o funcionamento de um pará-quedas, uma pessoa colocou nele uma câmera para filmar o percurso. A câmera foi então jogada de um avião, mas o pára-quedas não funcionou. Como conseqüência, a câmera se despedaçou ao chegar ao chão. Todavia, os engenheiros da Ontrack conseguiram recuperar os dados no que sobrou da memória da câmera;
Agora, o caso que mais deu trabalho à Ontrack:

1 - Invasão de formigas: ao notar que uma colônia de formigas estava “morando” em seu HD externo, um fotógrafo da Tailândia decidiu destampar o aparelho e pulverizar o seu interior com veneno contra insetos. As formigas não sobreviveram e os dados foram “ressuscitados” pelos engenheiros da Ontrack que, aliás, devem ter ficado com as mãos cheias de “corpos”.
É cada uma, não?

Referência: Ontrack Data Recovery."

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Hans Donner Plagiou?

Hans Donner um dos maiores e conhecidos designers brasileiros, copiou, inspirou-se ou apenas existiu uma coincidêcia ao criar a abertura da novela "7 pecados" da rede Globo.
Tire sua conclusão vendo este video.
Abraços a todos e fiquem com Deus.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Como Colocar um botão de on/off de uma maneira fácil.

Como tudo na vida, existe mais de uma maneira de se fazer algo. Poderiamos fazer este processo com puro Action Script, mas seria complicado de explicar por texto.Vamos conseguir o mesmo efeito usando um cliple de filme.

Let’s go!

1. Vamos criar dois botões: Play e Pause.

2. Selecione os dois e aperte f8, escolha a opção clipe de filme(Teremos um clipe de filme com dois botões).

3.Entre dentro do clipe de filme(duplo clique) e crie três camadas:Botões, Musica, Ações.

4.No primeiro quadro chave da camada botões coloque o botão do play, no segundo quadro chave coloque o botão pause. De maneira que fique na mesma posição do botão de play.

5.Na camada da Música no primeiro quadro chave adicione a música, mas coloque sincronia como evento(não depende da linha do tempo para tocar a música). No segundo quadro da camada da música adicione um quadro chave em branco.

6.Na camada ações coloque stop para os dois quadro chaves.

7.Agora iremos colocar as ações dos botões(Ações-Botão):


Botão de Pause:

on (release) {
gotoAndStop (2);

stopAllSounds ();
}

Botão de Play:

on (release) {

gotoAndPlay (1);
}

Agora você pode usar este clipe de filme em qualquer animação.

Danilo Pereira - Instrutor de Web Design.

www.acr-info.com.br

www.danilodesign.com.br

http://danilo-design.blogspot.com

Baixe o exemplo
Abraços

História da Internet

A internet é idealizada na década de 60. O objetivo das primeiras pessoas que pensaram sobre ela, seria o grande potencial de trocas e compartilhamento de informações, voltadas, sobretudo, para a pesquisa e para fins militares.

Como se viu na história do computador, a partir da II Guerra Mundial, o interesse de vários Estados no desenvolvimento e aprimoramento de computadores, aumentou enormemente, visto o grande potencial estratégico que estas máquinas possibilitavam. Além disso, buscava-se uma forma de compartilhamento de informações de forma rápida e segura, de modo a aumentar ainda mais o potencial estratégico dos computadores.

As décadas de 60, 70 e 80 marcam o período da História, que denominamos de Guerra Fria, onde as duas grandes super-potências -Estados Unidos e União Soviética- juntamente com os seus aliados, travam um guerra de espionagem, blefe e intimidações. Esta foi a era da grande corrida armamentista, de modo que nenhum dos dois grandes blocos se intimidavam perante o outro. Foi neste período que houvea explosão na confecção de ogivas nucleares, e o temor da tão comentada guerra nuclear (com poder para distruir a Terra várias vezes).

Neste cenário, a internet incorporou vários destes "medos". Por construção, a rede é capaz de estabelecer diversos caminhos entre a pessoa que está requerendo a informação, e o local onde a informação está armazenada. Desta forma, uma vez destruído (por ataque nuclear) algum destes caminhos, a comuicação não é interrompida, pois há vários outros para serem utilizados. A rigor, quando todos os caminhos estão funcionando, a escolha de um ou outro se dá de acordo com o menor tempo possível para que a comunicação possa se efetivar. Nestas análises, estamos considerando somente a tecnologia TCP/IP, desconsiderando tecnologias mais recentes como as redes ATM.

Aliado a este interesse militar, as grandes universidades americanas começaram a se interessar também pelo assunto, visto que, uma vez implementada, a internet seria extremamente útil para pesquisas e para colaboração com pesquisadores de outros locais. É claro que neste estágio, ninguém tinha noção de onde chegaria a internet, e do poder transformador dela na vida de toda a humanidade.

Em 1969 a ARPANET (o nome que se dava naquela época à internet) foi colocada em funiconamento. Ela interligava algumas grandes universidades americanas. Com o passar do tempo, e com o sucesso que a rede foi tendo, o número de adesões foi crescendo continuamente.

Mas é preciso lembrar que estamos no início da década de 70, e nesta época, trabalhar com computador era coisa de especialista, pois era preciso "conversar com a máquina (o computador) na linguagem dela", o que era muito complicado para o ser humano. Por conta disso, somente algumas instituições se aventuravam neste ramo, e a internet ainda era pouco conhecida.

No entanto, com a elaboração de softwares e interfaces cada vez mais fáceis de se manipular, as pessoas foram se encorajando a participar da rede. O grande atrativo da internet era a possibilidade de se trocar e compartilhar idéias, estudos e informações com outras pessoas que, muitas vezes nem se conhecia pessoalmente.

Com o tempo a rede foi evoluindo... Hoje existe uma verdadeira teia de conexões (web). A internet, é importante ressaltar, é o nome dado a tudo (cabos, protocolos, conexões, roteadores, ...) que permite que você, do seu microcomputador, se conecte e troque informações com os computadores onde estão os seus amigos e as informações que você está procurando (em uma biblioteca, em um jornal,...). Fazendo uma comparação, suponha que você pede a um amigo para ir a uma biblioteca pegar um livro para você. Mas o seu amigo não tem carro, e precisa ir de ônibus. A internet seria tudo o que permite ao seu amigo chegar até a biblioteca e voltar de lá com o livro: o ônibus (os protocolos), as ruas (os cabos e conexões), os sinais, ... .

Atualmente, passados pouco mais do que 30 anos desde a implementação da primeira rede internet (a ARPANET), o mundo está bem diferente, e a internet já faz parte da vida de muita gente. Isto aconteceu, sobretudo por causa do advento dos navegadores (tipo o Netscape e o Internet Explorer) e da rede mundial de computadores, a WWW (World Wide Web). Naquela nossa comparação do amigo que vai à biblioteca pegar um livro para você, o seu amigo seria o navegador. Complicando um pouco mais a história, suponha que na sua cidade haja várias bibliotecas e livrarias. Pois bem, este conjunto todo de livrarias, bibliotecas, restaurantes, bares, casas,..., seria a rede WWW, onde estão as Home Pages de pessoas iguais a você (as casas), de empresas, de colégios, de alunas (como nós) ... .

Por conta disso tudo, hoje em dia várias coisas podem ser feitas através de um computador conectado à internet, utilizando-se a rede WWW e um bom navegador: pode-se conversar (ou teclar, na gíria dos "internautas") com várias pessoas diferentes, de qualquer lugar do mundo; pode-se namorar virtualmente; pode-se estudar, fazer compras, consultar bibliotecas,...

Autor Desconhecido.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Video Aula - Inserindo Video

Esta vídeo aula foi gravada na última segunda-feira, no término da turma da manhã.Mostra como inserir um video dentro de uma televisão(foto).Abraços a todos, fiquem com deus.
http://www.acr-info.com.br/video_aula/